japop

Oct 142016
 

workshop vestir yukataSinta-se linda e naturalmente elegante com um YUKATA. O Workshop é para ensinar mulheres para se vestirem sozinhas, como as japonesas fazem. Além de segredinhos de beleza e elegância à japonesa, dicas de etiqueta e postura, usos mais “fashionistas” e “sport chic”, e um pouco da cultura do YUKATA será explicada. Dicas de como fazer seu próprio YUKATA e acessórios.

YUKATA é o quimono de algodão estampado usado no verão especialmente em passeios e festivais. No Japão é sinônimo de feminilidade e de elegância informal e natural.
O workshop: “Como se Vestir um Yukata” será realizado no dia 06 de novembro de 2016, na sede da Associação Cultural Mie Kenjin do Brasil (Avenida Lins de Vasconcelos, 3352 – saída do metrô Vila Mariana, São Paulo), das 9 às 12 horas.
Obs. Após o workshop, que termina às 12 horas, quem quiser poderá participar de um passeio de metrô até a Avenida Paulista para experimentar o Yukata, se o tempo permitir.
Esta oficina é exclusiva para mulheres.
Material necessário:

– Tendo seu próprio YUKATA, verifique se tem também os acessórios (check-list abaixo):
–  Yukata
– Faixa principal da cintura (obi)
– Placa para faixa principal (obi ita)
– 2 faixas simples de amarrar (himos) OU elásticos c/ clipes de fecho (kõrin belts)
– sandália (calçado ocidental), chinelos de dedo tipo havaianas ou a sandália de madeira (getá).
– flor para decorar o cabelo (opcional)

Roupa de Baixo (venha vestindo por baixo, uma das opções)
  a – Bermuda ciclista OU legging + Camiseta branca (tipo regata sem mangas OU com mangas e decote “V”)
  b – Saiote + Camiseta branca (tipo regata sem mangas OU com mangas e decote “V”)
  c – roupa de baixo apropriada para Yukata, se tiver
Além da sua própria maquiagem (por questões de higiene e saúde, não recomendamos compartilhar maquiagem) e material para pentear o cabelo.
Taxas de inscrição: R$ 35,00 para quem trouxer o próprio YUKATA
                                   R$ 60,00* para quem NÃO tem o próprio YUKATA
obs. *Será emprestado YUKATA para workshop (limitado a 5 vagas)
Inscreva-se já pelo Sympla

Professora: Cristiane A. Sato, Formada em Direito pela Universidade de São Paulo, publica artigos sobre cultura popular e história japonesa em jornais e revistas desde 1993. Autora do livro “Japop – O Poder da Cultura Pop Japonesa” (2007), atualmente prepara um livro sobre moda japonesa. Ministrou palestras em eventos no Centro Cultural Itaú, Sesi, Sesc, Senac, USP, Fundação Japão, Embaixada e Consulado Geral do Japão, entre outros. Foi bolsista da JICA na Universidade de Kanazawa, onde participou de cursos e oficinas sobre tecidos, confecção e uso do quimono, técnicas de arte tradicional, etc.
Atualização dia 09/11/2016:
O workshop “Como se Vestir um Yukata” contou com a participação de 15 pessoas inscritas. Cristiane A. Sato apresentou os tipos de yukata, mostrou os detalhes dos yukatas e os acessórios, e ao final, cada uma conseguiu se vestir, recebendo informações de uso, postura, movimentos, além de confecção e conservação das peças. Agradecimentos às especialistas em quimono, Priscila Satake e Mayumi Watanabe, que atuaram como assistentes no workshop.
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Aug 172015
 

‚’m‚悳‚±‚¢Õ‚è2008Nos dias 22 e 23 de agosto de 2015, será realizado o 4º To-Sa Matsuri, em São Paulo. Com várias atrações, como a banda Gaijin Sentai, Ryuusei Taikô e a dupla japonesa Ichimujin*. A Associação Brasileira de J-Fashion convida a quem tiver quimono ou yukata que vá com essas roupas japonesas ao To-Sa Matsuri. O local é seguro, com praça de alimentação e mesas para pique-nique. No sábado às 15 horas acontece a cerimônia oficial de abertura, e é um bom momento para estar de quimono, pois as principais atrações estarão presentes.

O 4º To-Sa Matsuri acontece das 9 às 20 horas, no Parque da Água Branca – Avenida Francisco Matarazzo, 455 – São Paulo. Fica a 200 metros da estação Barra Funda do metrô e nas imediações é fácil estacionar na rua. ENTRADA FRANCA!

Com o nome oficial de Parque Dr. Fernando Costa, o local é imenso, com 137 mil metros quadrados de área, com uma boa área verde preservada, era uma fazenda, com casas antigas em estilo normando e com vitrais no portal da entrada em estilo art déco projetados por Antonio Gomide. O parque em si merece ser visitado. Tem um aquário, um museu geológico, trilhas, trenzinho, bambuzal e grandes aves que vivem soltas. Saiba mais sobre o parque.

*Ichimujin é uma dupla japonesa, conhecida por compor e gravar temas de filmes e novelas. Gravou o tema do animê Hitman Reborn. Já se apresentaram em vários países, como México, Taiwan e Estados Unidos. Pela primeira vez no Brasil, Ichimujin veio como embaixador cultural de Kochi.

Veja a programação completa do 4º To-Sa Matsuri 2015

Jul 092014
 

A ideia é resgatar o costume de utilizar essa vestimenta nas ruas, principalmente em dias de eventos de cultura japonesa. O quimono existe há muito tempo, mas não deve ser objeto de decoração ou de uso ocasional em apresentações de odori (dança japonesa). Deve ser usado em várias ocasiões, como acontece no Japão. É o que dizem os representantes da J-Fashion.

Podem participar do encontro qualquer pessoa (homem, mulher, criança ou idoso) e não há nenhuma taxa e nem inscrição prévia. Pede-se apenas registrar interesse no facebook da J-Fashion, para os organizadores terem uma ideia do número de participantes.

Os interessados deverão comparecer na frente da Associação Cultural e Assistencial da Liberdade, que fica na Avenida Liberdade, 365, ao lado do Sogo Plaza e da praça da Liberdade (metrô Liberdade), às 10 horas do dia 19 de julho de 2014 (sábado). O grupo dará um giro pela praça da Liberdade e rua Galvão Bueno. Será um simples passeio em grupo que deverá terminar até 12h30.

O 36º Tanabata Matsuri – Festival das Estrelas terá início às 14 horas, portanto, o encontro dos apreciadores de quimono terminará antes disso. A ideia é evitar o público aglomerado que impossibilita a circulação, pois nesse evento parte da praça da Liberdade é interditada para apresentação de danças típicas. A vantagem é que as ruas estarão desde cedo decoradas com os enfeites de tanabata nos bambus, e poderá render boas fotos. Quem quiser, é claro, poderá continuar na região depois das 14 horas para apreciar o festival.

Uma outra ideia da Associação Brasileira de J-Fashion é conseguir um bom desconto nos restaurantes japoneses para quem estiver trajando um quimono completo. Assim, o restaurante estará contribuindo para incentivar o uso do quimono e ao mesmo tempo estará se beneficiando da beleza típica dos quimonos em seu estabelecimento. (Mas isso não é para agora, ok?)

 Posted by at 5:19 pm
Apr 242014
 

Atendendo a vários pedidos, a Abrademi vai repetir a palestra da Cristiane A. Sato realizada em março!

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Introdução à Moda Japonesa. Não perca essa oportunidade! – Dia 8 de junho de 2014 (domingo) – das 14 às 17 horas
Taxa única: R$ 10,00
Local: Associação Cultural Mie Kenjin do Brasil – Av. Lins de Vasconcelos, 3352 – na saída do metrô Vila Mariana, São Paulo.

© CONOMI (Seifuku)Conteúdo:
Um país pequeno de 127 milhões de habitantes, mas cujo mercado de moda moveu impressionantes 128 bilhões de Euros (ou US$ 172.800 bilhões, ou R$ 414.720 bilhões) em 2013 e que vem crescendo de forma estável, na casa de 2% ao ano. Estamos falando do Japão, onde modernidade e tradição coexistem, e para onde os caçadores de tendências vão se antenar com a vanguarda.
Muito do que o olhar ocidental traduz como mera extravagância ou esquisitice étnica tem na verdade fundamentos históricos e culturais – conhecimento sem o qual é difícil identificar os movimentos sólidos de moda e comportamento do Japão, e que também dificulta a penetração de produtos estrangeiros no variado e competitivo mercado nipônico. Conhecer as características da moda japonesa – gostos, estéticas e valores da sociedade – é fundamental para saber como encontrar um nicho num mercado extremamente variado e competitivo e o que produzir.

A palestra MODA JAPONESA é uma introdução aos 3 “mundos” diferentes que convivem em termos de conceito, estilo de vida e estética no país (wafuku, yõfuku e moda alternativa), ao dress code japonês, e sobre como designers e as ruas do Japão vêm influenciando a moda no Ocidente.

A quem se destina:
Profissionais da moda, estudantes de moda, design e artes em geral, e interessados em cultura pop japonesa.

Palestrante:
Formada em Direito pela Universidade de São Paulo, publica artigos sobre cultura popular e história japonesa em jornais e revistas desde 1993. Autora do livro “Japop – O Poder da Cultura Pop Japonesa” (2007), atualmente prepara um livro sobre moda japonesa. Ministrou palestras em eventos no Centro Cultural Itaú, Sesi, Sesc, Senac, USP, Fundação Japão, Embaixada e Consulado Geral do Japão, entre outros.

Maiores informações: abrademi@abrademi.com. Inscrições ANTECIPADAS pelo Sympla. VAGAS LIMITADAS. Esta palestra tem o apoio oficial da Fundação Japão.

© Egoïst (Celebrity Gyaru)

© Egoïst (Celebrity Gyaru)

 Posted by at 6:37 pm
Apr 072014
 
Yukatas © yukatayasan

Yukatas ©yukatayasan

YUKATA é um quimono de passeio em algodão, fechado por uma faixa especial de gorgurão chamada OBI, que é amarrada com nós decorativos nas costas.

Há poucas décadas toda dona de casa japonesa fazia Yukatas para sua família. Infelizmente esse conhecimento prático que havia no Brasil caiu no esquecimento; está quase perdido.
Por ironia, nos últimos anos o Yukata voltou à moda no Japão. Quimono versátil, que varia do tradicional ao fashion, o Yukata atraiu uma nova geração e através da Internet vem também conquistando jovens no exterior.
Para difundir e preservar o quimono no Brasil, a Associação Brasileira de J-Fashion, em parceria com a ABRADEMI – Assoc. Bras. de Desenhistas de Mangá e Ilustrações e a Associação da Província de Mie (Mie Kenjinkai) vai realizar o WORKSHOP inédito “COMO FAZER O VERDADEIRO YUKATA JAPONÊS” em São Paulo.

Antigamente o YUKATA era uma roupa simples para ser usada em casa e posteriormente tornou-se um traje de passeio, muito usado nos festivais de verão. Nos últimos anos o YUKATA ganhou sofisticação e tomou as ruas como um quimono fashion, caindo no gosto dos e das jovens no Japão. A popularidade do street fashion japonês na Internet vem difundindo o YUKATA pelo mundo.
O YUKATA NÃO é um robe ou saída de banho, que são muito pequenos e de caimento ruim devido ao uso de tecidos moles. Apesar de ser fácil no corte e na costura, existem “manhas” que dão ao YUKATA a amplitude e a forma elegante que se usa no Japão.
Os pequenos segredos de como se faz um legítimo YUKATA, antes restritos a poucas famílias japonesas, serão revelados no workshop COMO FAZER O VERDADEIRO YUKATA JAPONÊS. Serão abordados temas como dicas de modelagem e adaptação de medidas para os tecidos disponíveis no Brasil.

O WORKSHOP será composto por:
- Apresentação (Introdução e Estilismo de Yukatas) por Cristiane A. Sato, presidente da Associação Brasileira de J-Fashion
- Aula “Como Fazer o Verdadeiro Yukata Japonês”, ministrada por Ryuka Sensei, formada pela Kyoto Kimono Gakuin College e professora de dança clássica japonesa pela tradicional Escola Hanayagi Ryu
- Demonstração prática: “Como Vestir Corretamente um Yukata” (Yukata no Kitsuke)

O workshop será dado em português e japonês, com tradução da profa. Rosa Sato.

Os participantes deverão levar o seguinte material para a Oficina de Yukata:

1) tesoura comum
2) agulha de costura
3) linha de costura comum – qualquer cor exceto branco (para alinhavo sobre tecido branco)
4) cola em bastão
5) fita métrica ou metro de costura
6) material de anotação.

Taxa única: R$ 35,00 – Data: 10/maio/2014 (sábado) – Horário: das 14 às 17 horas

Local: Associação Cultural Mie Kenjin – Av. Lins de Vasconcelos, 3352 – Estação Vila Mariana do metrô, São Paulo/SP.

Inscrições antecipadas no próprio local com a Amélia, ou pelo Sympla:

Veja matéria completa sobre o Quimono

Feb 132014
 

moda japonesa bannerIntrodução à Moda Japonesa – Dia 9 de março de 2014 (d0mingo) – das 14 às 17 horas
Taxa única: R$ 10,00
Local: Associação Cultural Mie Kenjin do Brasil – Av. Lins de Vasconcelos, 3352 – na saída do metrô Vila Mariana, São Paulo.

Conteúdo:
Um país pequeno de 127 milhões de habitantes, mas cujo mercado de moda moveu impressionantes 128 bilhões de Euros (ou US$ 172.800 bilhões, ou R$ 414.720 bilhões) em 2013 e que vem crescendo de forma estável, na casa de 2% ao ano. Estamos falando do Japão, onde modernidade e tradição coexistem, e para onde os caçadores de tendências vão se antenar com a vanguarda.
Muito do que o olhar ocidental traduz como mera extravagância ou esquisitice étnica tem na verdade fundamentos históricos e culturais – conhecimento sem o qual é difícil identificar os movimentos sólidos de moda e comportamento do Japão, e que também dificulta a penetração de produtos estrangeiros no variado e competitivo mercado nipônico. Conhecer as características da moda japonesa – gostos, estéticas e valores da sociedade – é fundamental para saber como encontrar um nicho num mercado extremamente variado e competitivo e o que produzir.

© CONOMI (Seifuku)

© CONOMI (Seifuku)

A palestra MODA JAPONESA é uma introdução aos 3 “mundos” diferentes que convivem em termos de conceito, estilo de vida e estética no país (wafuku, yõfuku e moda alternativa), ao dress code japonês, e sobre como designers e as ruas do Japão vêm influenciando a moda no Ocidente.

A quem se destina:
Profissionais da moda, estudantes de moda, design e artes em geral, e interessados em cultura pop japonesa.

Palestrante: Cristiane A. Sato
Formada em Direito pela Universidade de São Paulo, publica artigos sobre cultura popular e história japonesa em jornais e revistas desde 1993. Autora do livro “Japop – O Poder da Cultura Pop Japonesa” (2007), atualmente prepara um livro sobre moda japonesa. Ministrou palestras em eventos no Centro Cultural Itaú, Sesi, Sesc, Senac, USP, Fundação Japão, Embaixada e Consulado Geral do Japão, entre outros.

© Egoïst (Celebrity Gyaru)

© Egoïst (Celebrity Gyaru)

Maiores informações: abrademi@abrademi.com. Inscrições pelo Sympla ou no próprio local.

Feb 132014
 

cintia souza
INTRODUÇÃO AO DESIGN GRÁFICO JAPONÊS (Módulo 1)
Data: Domingo, 09 de março de 2014 – das 9h – 12h
Local: Associação Cultural Mie Ken – Av. Lins de Vasconcelos, 3352 – 1º andar – saída do metrô Vila Mariana – São Paulo.

Taxa Única: R$ 38,50 (incluindo apostila)

Conteúdo da aula:
- Elementos gráficos japoneses e símbolos do Japão;
- Noções básicas de ordem de escrita japonesa e tipos de escrita;
- Teste de criatividade e estimulação visual para orientalização do design;

Ministrante:
Cíntia Souza é Designer Gráfica, publicitária, consultora em arte e cultura japonesa. Graduada em Marketing e Propaganda pela UNESA. Especialista em pictogramas, e marcas criadas e evoluídas a partir do kanji dentro da arte do Shodô (Caligrafia Japonesa) pela escola de belas artes Yuzawaya, no Japão.

Público alvo: Pessoas do meio publicitário e de marketing que estejam sintonizados ou desejam entrar em contato com o mercado nikkei ou japonês. Artistas gráficos / visuais / diagramadores, ilustradores e estudantes de design, artes plásticas, etc., que tenham interesse em adquirir novos conhecimentos para agregar um diferencial em sua profissão.

Material que o aluno deverá trazer de casa para aproveitar plenamente a aula:
- (1) Computador portátil, MAC ou PC com Photoshop, ou qualquer programa vetorial como Corel ou Illustrator. O ideal que tenha instalado qualquer Pacote Adobe CS3 / CS4 / CS5 / CS6 que permita a ação da vetorização;
- (1) Extensão elétrica de 5 metros;
- (1) Pendrive;
- (1) Estojo com lápis, borracha, canetinha hidrográfica, lápis de cor, régua, lápis de cera … enfim qualquer material de sua preferencia que auxilie em um no processo de rough ou ilustração;
- (1) Caderno com pauta para realizar brainstorm e rough.

Informações: abrademi@abrademi.com

Inscrições: pelo Sympla (no botão de inscrição), ou no próprio local – Av. Lins de Vasconcelos, 3352 – Vila Mariana, com a Amélia. A promoção é da Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações – Abrademi

Jan 292014
 

No Japão dizem que a prova definitiva de que algo ou alguém é popular no mundo inteiro é quando a coisa ou a pessoa ganha uma versão em mangá. Estadistas, benfeitores da humanidade, celebridades do esporte já foram objeto de mangás. Por exemplo, Ayrton Senna teve a vida contada em quadrinhos no Japão em duas séries nos anos de 1990 e 1991 na revista “Shõnen JUMP”, no auge de sua carreira.
A mais recente iniciativa quadrinhística do gênero ocorreu com a série inglesa “Sherlock” da TV BBC. Com roteiro de Mark Gatiss (da série “Doctor Who”) e Steven Moffat (“Doctor Who” e “As Aventuras de Tintim”, em conjunto com Steven Spielberg), a série atualiza os personagens de Arthur Conan Doyle, originalmente criados na Era Vitoriana, para a Inglaterra do século 21. Agora Sherlock Holmes é um detetive “sociopata altamente produtivo”, hiperativo viciado em fumo com sérios problemas de adaptação social, mas que canaliza seus distúrbios para a solução de casos para fugir da sensação de tédio que o leva à beira do suicídio. Já o Dr. John Watson é um médico do exército britânico que após anos de serviço no Afeganistão acaba de voltar à Inglaterra e à vida civil. Traumatizado pela guerra, o doutor faz terapia e na procura de um emprego acaba conhecendo Sherlock. Reconhecendo a habilidade do doutor com a medicina, armas e um certo vício em adrenalina de ação, Sherlock propõe a Watson a clássica parceria para resolver casos que envolvem espionagem e tecnologia da informação.
sherlock da BBCSherlock é interpretado por Benedict Cumberbatch (Khan em “Star Trek Além da Escuridão”) e o Dr. Watson é feito por Martin Freeman (Bilbo Baggins da trilogia “O Hobbit”). A série, que começou em 2010 na Inglaterra, teve de início uma resposta modesta do público. Mas com esmerada edição e roteiros inteligentes, nos anos seguintes “Sherlock” cativou o público jovem, virou uma febre na Internet e a BBC decidiu produzir novos episódios. A 3a. temporada, exibida nas duas primeiras semanas de janeiro de 2014, consagrou o fenômeno. “Sherlock” tornou-se a série de maior audiência da BBC em dez anos (12 milhões de espectadores de acordo com Broadcasters’ Audience Research Board), e um grande sucesso comercial ao ser vendida para mais de 200 países e gerar produtos licenciados diversos, além dos DVDs e Blue-rays. E a venda dos livros de Conan Doyle também cresceram pelo mundo afora após a estréia da “Sherlock”.
sherlock mangasherlock manga capaDemonstrando faro para o sucesso, em 2012 a editora japonesa Kadokawa Shoten negociou com os autores de “Sherlock” os direitos para produzir uma versão em mangá da série da BBC. Aliás, esse foi o primeiro licenciamento internacional de produtos da série. O resultado foi “Sherlock: Pinku Iro no Kenkyuu”, mangá desenhado por JAY e que vem sendo publicado em capítulos na revista “Young ACE”. Elementar, né?

Matéria publicada em www.culturajaponesa.com.br por: Cristiane A. Sato, autora do livro JAPOP – O Poder da Cultura Pop Japonesa

Jan 202014
 

“Kaguya Hime no Monogatari” (traduzido, “O Conto da Princesa Kaguya” – ainda sem título em português) é o mais recente filme do Studio Ghibli, premiado estúdio de animação japonês (Urso de Ouro de Melhor Filme do Festival de Berlim 2002 e Oscar de Melhor Animação em 2002 com “A Viagem de Chihiro”), que estreou nos cinemas japoneses no final de novembro de 2013. Baseado num tradicional conto folclórico japonês de mesmo nome, “Kaguya Hime no Monogatari” marca a volta de Isao Takahata, célebre diretor japonês que havia se aposentado da produção direta de animações para assumir a diretoria executiva do Studio Ghibli, do qual é sócio com o diretor de “A Viagem de Chihiro”, Hayao Miyazaki. “Kaguya Hime no Monogatari” é o primeiro animê dirigido por Takahata em 14 anos (o último foi “Hõhokekyo Tonari no Yamada-kun – My Neighbors the Yamadas”, não exibido em circuito comercial no Brasil).

Takahata, famoso por suas animações charmosas que mostram a infância com doçura característica, adotou a estética tradicional de ilustração de contos infantis em aguada em sua versão de “Kaguya Hime no Monogatari”. Trata-se da história de um casal de camponeses idosos sem filhos que encontram uma criança no interior oco de um pé de bambu mágico brilhante. Eles adotam a bebezinha, que rapidamente se transforma numa linda jovem, e se tornam imensamente ricos devido aos bambus mágicos. Logo aparecem vários pretendentes à mão da princesinha, que apesar de feliz com seus pais adotivos sofre por estar destinada a ter de partir para um reino distante na próxima lua cheia.

A estréia de “Kaguya Hime no Monogatari” no Japão trouxe várias especulações na mídia local a respeito do futuro do Studio Ghibli, cuja imagem está fortemente vinculada ao diretor Hayao Miyazaki e que anunciou sua aposentadoria ao lançar seu último animê em julho de 2013, “Kaze Tachinu” (título em inglês “The Wind Rises”, ainda sem título em português). Apesar de respeitados e célebres, Takahata e Miyazaki já possuem idades avançadas (78 e 73 anos, respectivamente) e ainda há incertezas quanto ao futuro do estúdio criado por eles e seu legado. Não se sabe ainda se “Kaguya Hime no Monogatari” será indicado ao Oscar, mas “The Wind Rises” de Miyazaki tem conquistado vários prêmios em mostras e festivais internacionais, como o da Associação dos Críticos de Nova York. Entretanto, apesar de sua mensagem pacifista, pelo fato de “The Wind Rises” ser baseado na história real do engenheiro que criou o caça Mitsubishi Zero, usado pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial, e por mostrar personagens que fumam (porque na vida real eram fumantes), o animê foi alvo de protestos na Coréia do Sul e nos Estados Unidos e sua indicação para o Globo de Ouro e o Oscar, mesmo com o apoio da Disney, ficaram pendentes até o último instante.

Assim, mesmo que “The Wind Rises” concorra, as chances de Miyazaki levar alguma das estatuetas são mínimas. No Japão, entretanto, “The Wind Rises” foi até o fim de dezembro/2013 a maior bilheteria dos cinemas no país (¥ 119,513,192). “Kaguya Hime no Monogatari”, apesar do lançamento em baixa temporada, em pouco menos de 2 meses de exibição alcançou a soma considerável de ¥ 19,217,168, batendo concorrentes internacionais de peso como “Guerra Mundial Z” com Brad Pitt, “Oz Mágico e Poderoso” com James Franco e Rachel Weisz, “Oblivion” com Tom Cruise, e o último Wolverine com Hugh Jackman.

Por Cristiane A. Sato – autora do livro “JAPOP – O Poder da Cultura Pop Japonesa“

 Posted by at 8:29 pm
Oct 162013
 

Harajuku fashion Party2013 CPortugalNo dia 27 de julho de 2013, ocorreu a segunda edição do evento “Harajuku Fashion Party”, encontro anual voltado ao público interessado e antenado na moda japonesa em maioria provinda do bairro de Harajuku em Tokyo.
O evento, que recebeu cerca de 110 pessoas e a cada edição cresce, foi organizado por Andréa Portoghese, Renato Uchoa e Yui Lohan que, além de organizarem o evento, praticam e divulgam a moda pela internet, entre amigos e fans.
Esta edição aconteceu no espaço de eventos Casa de Portugal, que se encontra no bairro da Liberdade em São Paulo, com um amplo espaço para chá, fotos e a presença de lojas que investem nos estilos.
O tema escolhido foi bem divertido “O Carnaval de Veneza”, contando com um concurso de máscaras elaboradas a partir dos outfits de cada participante. Outros concursos e sorteios também ocorreram, como os brindes das lojas presentes e escolhe das madrinhas dos principais estilos.
Diferente da moda conhecida no Brasil, meninas e meninos se reúnem vindo de diferentes lugares do país com o intuito de se conhecerem e trocarem conhecimentos sobre esta moda que é para muitos um estilo de vida.
Texto de Andréa Portoghese e foto de Renato Uchoa Lima Verde